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Archive for fevereiro \07\UTC 2010

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(ops! uma unha metade descascada…)

 

Desfocados bolinhos de bacalhau! Afinal, reforma-se uma casa portuguesa, com certeza!

 

Mais uns rabiscos da casa, por que não?

 

Família! Juju, Gabriel, eu e mamãe.

 

Zé, eu e Mônica (cadê o projeto? rsrsrs)

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Medindo e avaliando

Eis o arquiteto!

 
Mede daqui…

Mede dali…

Curiosidade: nascem cactos no telhado do barracão!

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Prainha dos meus amores

Uma primeira foto com um pouco de poesia…

Zé e Bruno

Zé e Bruno foram à Araruama em julho de 2009. Abaixo, vou colocar a sequência de fotos tiradas por eles nessa visita e os comentários que foram feitos pela Engª Claudia Campos – já em 2010 -, que trabalha comigo e foi uma fofa!!!

A fachada

Olhando assim, parece que falta só uma pinturinha, um jeitinho aqui e ali, mas entrando….

Os cupins não comeram a madeira dos portais e portas. Concentraram-se no forro e madeira do telhado, que não eram de primeira.

Quintal grande e aparentemente sem encharcamento. Estrutura aparentemente inabalada. Lesões causadas pelo tempo, afinal é uma casa de 40/50 anos.

A lateral, onde caiu a caixa d'água

Detalhe que denota o não comprometimento da estrutura. A caixa caiu arrancando as vigas de madeira sem esmigalhar o concreto.

Madeiras de primeira não abaladas pelos cupins

Paredes infiltradas

Lateral com rachadura provocada pela má colocação das vigas

Fundos (sim, eu tenho um barco, né Zé?? kkkkkkkkk)

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No dia 19 de janeiro liguei para o gerente da Caixa de São Pedro e ele me disse que naquele dia à noite teria a resposta. Achei ótimo, pois estaria indo para lá naquele dia, para passar o feriado de São Sebastião.

No dia 20 de janeiro, Zé, Mônica e Gabriel estavam em férias em Araruama também e aproveitaram para fazer a “vistoria” da casa. A escritura foi assinada pelo meu avô em 20 de janeiro de 1975. E, 35 anos depois, lá estava eu. Proprietária do “solar” – sim, ela não tem mais teto e daí? – e recebendo a notícia de que meu Construcard havia sido aprovado.

A expectativa havia sido enorme, mas a emoção foi maior ainda. Dava-se início À REFORMA DA MINHA VIDA.

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Na sexta-feira voltamos à Caixa para procurar outro gerente e saber o resultado, se meu crédito havia sido aprovado ou não. Só seria aprovado com fiador, porque a Caixa de Araruama tinha alto nível de inadimplência. A gerente me aconselhou procurar a Caixa de São Pedro D’Aldeia. E fomos lá.

Eu, minha mãe, Juju (minha fiel escudeira) e tia Serly seguimos para São Pedro D’Aldeia. Mais algum tempo de espera e fomos atendidas. Fiz a solicitação novamente e tinha que aguardar até 15 dias a resposta.

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O primeiro passo foi buscar informação. Uns me falaram de Construcard, pela Caixa Econômica, outros de FGTS etc. Com a escritura em mãos (depois de inventário e transferência de bens por doação) fui à Araruama em janeiro de 2010 registrar a casa no cartório. No 2º Ofício de Araruama disseram que a papelada ia cair em exigência. Todos os 34.687 documentos que tive que autenticar para o cartório de Passa Quatro seriam exigidos em Araruama. Fala sério! Mais de cem reais, de novo!, para autenticar em P4 e entregar em Araruama.

Saindo do cartório e partindo para a Caixa Econômica. Foram 4 horas de espera para o atendimento…No final das contas, minha possibilidade era somente o Construcard (já que o FGTS só poderia ser usado se fosse para construção, reforma não). Mas o sistema caiu e o gerente pediu que voltássemos no dia seguinte.

E lá estava eu, de novo. E nada do gerente chegar. Até que me disseram que ele havia sofrido um acidente de moto. Que eu voltasse dois dias depois. Mas eu tinha que voltar a trabalhar… Minha mãe já estava vindo de P4 trazendo os documentos…Não voltei. Pedi dois dias e resolvi resolver!

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